Universo e Astronomia

Universo e Astronomia

Universo e Astronomia
Toda a matéria presente na Terra e da qual somos feitos representa somente um sexto das outras formas de matéria existentes no Universo, ou seja, somos apenas uma pequena parte do que conhecemos sobre o Cosmo.

 Sabemos muito pouco sobre o que está além do nosso Planeta, que teria apenas o tamanho de um grão de pimenta se, proporcionalmente, o Sol fosse comparado a uma bola de futebol. Assim, a origem do Universo, seu tamanho, os corpos celestes e, principalmente, a possibilidade de vida em outros planetas - como a conhecemos na Terra ou de outras formas - sempre despertaram a curiosidade do homem, que, desde os tempos pré-históricos, em qualquer cultura, elaborou teorias e mitos sobre ele.

A ciência de hoje explica vários fenômenos, como, por exemplo, como as estrelas nascem ou como é o movimento dos planetas no nosso Sistema Solar, mas ainda permanecem muitas lacunas. Apesar de mito e ciência serem

concepções diferentes, ambos representam os esforços do homem em desvendar os mistérios do Universo e da vida. Por isso, devem ser compreendidos dentro do contexto cultural onde foram criados – e não comparados como o “falso” e o “verdadeiro”. Os mitos de criação (do homem, do universo, da natureza), por exemplo, são retratos importantes sobre a maneira como uma sociedade percebe e organiza a realidade à sua volta. E a Ciência também é uma forma de organizar essa realidade, mas não a única.

Hoje em dia, a teoria de criação do Universo mais aceita pela Ciência é o Big Bang, segundo a qual, há cerca de 14 bilhões de anos, houve uma grande explosão, que concentrava toda a matéria existente na parte do Universo que podemos observar. A partir da explosão gerada pela enorme concentração de energia, essa matéria se espalhou, criando incontáveis galáxias, que continuam se afastando umas das outras na medida em que o Universo se expande.

As galáxias são conjuntos de estrelas, planetas, poeiras, gases e nebulosas que se mantém agrupados pela gravidade dos corpos celestes e podem ter diversas formas: elípticas, espirais e irregulares. A partir de 1986, mapas do Universo mostraram que essas galáxias não estão organizadas de maneira aleatória, e sim em estruturas complexas, em torno de bolhas chamadas vazios cósmicos (partes do Universo sem concentração de matéria). Esses mapas são construídos a partir da posição das galáxias no Universo, situadas a distâncias que chegam a bilhões de anos-luz da Terra.

e nós?

A Via Láctea é a galáxia onde vivemos, cuja forma é uma espiral. Uma das bilhões de estrelas desse aglomerado – as mais velhas estão no centro - é o nosso Sol, em torno do qual giram diversos satélites, asteroides, cometas, meteoroides, poeira e planetas, entre eles a Terra. Esse conjunto forma o nosso Sistema Solar (SS). Sozinho, o Sol responde por 99,8% da massa total do SS e, com sua força de atração, mantém unidos esses corpos celestes.

Você sabia?

Os elementos químicos que compõem o Planeta Terra, nossos órgãos, ossos e todos os outros elementos que fazem parte do corpo humano – como o carbono, o nitrogênio e o oxigênio –, são os restos mortais de estrelas que existiram há 5 bilhões de anos, antes da formação do nosso Sistema Solar.

Os mais antigos registros astronômicos datam de aproximadamente 3000 a.C. e são atribuídos aos chineses, babilônios, assírios e egípcios. O estudo dos astros serviam, entre outras coisas, para medir o tempo (para, por exemplo, prever a melhor época de colheita).

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